
Já não tenho medo da tua ausência, nem das palavras mudas que nunca me dizes. Já nem sequer tenho pesadelos, nem tenho medo dos Humanos.
Estou a renascer de novo das cinzas.
Só fico desapontada comigo, por chegar ao ponto que cheguei, por fazer o que fiz e ser o que fui para conseguir sobreviver.
Estou desapontada comigo, apenas por ter chegado ao ponto de precisar de médicos para me curarem da dor e me darem de novo vontade para viver.
« (..) E depois, irás ver que te vai aliviar a dor, e que o problema se torna pequenino. Leva o seu tempo, mas cura, não saberás quando, mas esse dia vai chegar. Tu também vais conseguir.»
E alivia, aliviou. Eu estou melhor, em comparação com os outros meses, eu estou bem, sinto-me Humana e gosto de mim.
«E essa não é a tua metade, sabes que não. A outra tua metade vai ser como tu, e vai-te merecer.»
A tua ausência já não me dói, era isso que querias, sempre foi.
Os portões das trevas abriram-se e deixaram-me sair, deixaram-me seguir.
Mas, ainda haverá um tempo, num determinado sítio e numa determinada altura, em que as leis humanas serão mudadas.
Eu já acredito em mim, já me amo. (Aos olhos dos entendidos eu sou diferente.)
«Isso passa. Prometes-te.» (Obrigada, mais uma vez.)
Não fui ninguém no espaço de tempo que passou, no intervalo longo de Vida que decorreu e que eu não aproveitei. A culpa foi minha, eu é que o quis ser desta forma.
«E se não fosses Humana, o que querias ser?»
«Não me importava de ter o corpo presente, mas lá dentro, gostava que tudo fosse uma máquina, era tudo mais simples.»
«E porquê que dizes isso?»
«Óh, isso é simples. Porque assim, poderia carregar no botão reciclar, e tudo ia para o lixo, mas depois, podia desvaziar o lixo ou então, restaurar, dependendo do futuro.»
A presença que me dás tua, é a ausência de te teres ido embora.
«E se não fosses Humana, o que querias ser?»
«Não me importava de ter o corpo presente, mas lá dentro, gostava que tudo fosse uma máquina, era tudo mais simples.»
«E porquê que dizes isso?»
«Óh, isso é simples. Porque assim, poderia carregar no botão reciclar, e tudo ia para o lixo, mas depois, podia desvaziar o lixo ou então, restaurar, dependendo do futuro.»
A presença que me dás tua, é a ausência de te teres ido embora.
Eu estou bem, sou eu, eu própria.
Se era? Não, continua a ser.
Não és tu, sou eu a lutar para ir-me embora.
- Dia 26.
- Tenho andado ausente daqui, só agora consegui voltar a escrever.
E obrigada, do fundo do meu ser e da minha existência aos que me são puros e a minha força.
- Prometi-te e isto vai passar, E. :'
E obrigada, do fundo do meu ser e da minha existência aos que me são puros e a minha força.
- Prometi-te e isto vai passar, E. :'
6 comentários:
Ainda bem que és (mais) tu. Fico feliz por saber disso, por saber que és (um pouco) mais alegre. Ainda bem. :'
( nem sei o que dizer. )
amo-te. ♥
Força Mariana, não desistas de ti agora *
Valoriza-te pelo que és, isso sim importa :'$
Gosto muito de ti ♥
♥♥♥LUA♥♥♥
ainda aqui estou ! :'$
Força , !
Nao desistas de nada nunca :$
Gosto de ti , ♥.
Espero que estejas bem, do fundo coração :$
Gosto muito de ti, mesmo <3
Como eu de ti meu amor :$
Gosto muito de ti <3
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