sábado, 30 de abril de 2011

Decerto que nunca beijas-te uma árvore e abraças-te a relva.
Decerto que nunca foste quem realmente quiseste e queres ser.

Eu não sou, mas já fui. O "sou" soa-me como algo que me designa daquilo que realmente serei.
óó, que grande jogo de palavras.

2 comentários:

Pedro Miguel disse...

Gostei do pensamento. :D

Anónimo disse...

gostei muito