
Tenho febre nas veias. É a minha hora, aqui, agora.
Corre-me cansaço pelo sistema respiratório e caiu-me agora a última gota de força.
«Olhas-te de cima a baixo e não vês nada. Tudo o que vês é branco, transparente, nulo.
Fracassas-te! Foste totalmente derrotada, queimada. Que te resta agora do teu corpo e do teu coração?
Ouve-te, e não tenhas medo, não tenhas! É tempo de seguir, seguir no sentido de te amares novamente.
Não és tu que aos olhos das pessoas és perfeita? Adormece esse pesadelo terrível que se tornou na tua vida, acorda os sonhos, abre-te novamente com a Natureza, e fala-lhe. Diz-lhe como ela é bela, perfeita.»
Fracassas-te! Foste totalmente derrotada, queimada. Que te resta agora do teu corpo e do teu coração?
Ouve-te, e não tenhas medo, não tenhas! É tempo de seguir, seguir no sentido de te amares novamente.
Não és tu que aos olhos das pessoas és perfeita? Adormece esse pesadelo terrível que se tornou na tua vida, acorda os sonhos, abre-te novamente com a Natureza, e fala-lhe. Diz-lhe como ela é bela, perfeita.»
- é aqui em que não percebo o porquê de dizer isto em terceira pessoa, e o porquê de não conseguir sentir isto.
- há dias, como hoje, em que nos lembramos das memórias mais intelectuais que temos. eu lembrei-me de muita coisa, lembrei-me de demasiadas coisas, coisas que são coisas demasiado minhas e do meu coração para as referir.
- Prometo que vou voltar a escrever quase todos os dias no blog.
um beijinho, e boa noite. *
Sem comentários:
Enviar um comentário